Minha catequese é concreta. Não lavo palavras. Alvejo as sujeiras do mundo a partir do meu tanque. É aqui que dou um jeito nas imperfeições que o diabo inventa. Comigo ele não pode. (MELO, Pe. Fábio De. Mulheres cheias de graça, 2015, p.168).
Pe. Fábio deve ter tido inspiração divina ao escrever essas obras. Fiquei fascinada pelo seu notável talento em descrever com tanta propriedade a realidade e os sentimentos da alma feminina. É impossível não se identificar pelo menos um pouquinho com cada uma dessas mulheres cheias de graças de aço e de flores. Elas são mulheres comum, gente como a gente, sofridas, caladas, mal tratadas, batalhadoras, destemidas, desbocadas, pobres enjoadas, infelizes, esperançosas, intrometidas, e várias outras. Algumas vezes de aço; e outras de flores.