Alma em desordem VI.

O que sei que há em mim uma praça abandonada, preparada para uma festa que nunca aconteceu. A fita estendida ainda pende desejosa de corte. Vez em quando o vento agita o ambiente. Corta o horizonte escurecido pela tristeza e ilumina o espaço com fragmentos de alegrias que aos belos tempos da construção pertencem. (MELO, Pe. Fábio De. Mulheres cheias de graça, 2015, p. 183).









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Mulheres cheias de graça &
Mulheres de aço e de flores

Pe. Fábio deve ter tido inspiração divina ao escrever essas obras. Fiquei fascinada pelo seu notável talento em descrever com tanta propriedade a realidade e os sentimentos da alma feminina. É impossível não se identificar pelo menos um pouquinho com cada uma dessas mulheres cheias de graças de aço e de flores. Elas são mulheres comum, gente como a gente, sofridas, caladas, mal tratadas, batalhadoras, destemidas, desbocadas, pobres enjoadas, infelizes, esperançosas, intrometidas, e várias outras. Algumas vezes de aço; e outras de flores.

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