Fotografia IV.

Não gosto de desvendar mistérios. Prefiro conviver com eles. Saborear o não saber, o oculto, é prazer que não mensuro. Esbarrar no silêncio das coisas sem forjar palavras é um jeito que tenho de viver imaginando. Quando não sei, imagino, e imaginar é ver o mundo do avesso. Desvendar é o mesmo que expor à banalidade.  Há mais beleza na pergunta que na resposta. É a força contundente das estéticas inacabadas. (MELO, Pe. Fábio De. Mulheres cheias de graça, 2015, p. 72).

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Mulheres cheias de graça &
Mulheres de aço e de flores

Pe. Fábio deve ter tido inspiração divina ao escrever essas obras. Fiquei fascinada pelo seu notável talento em descrever com tanta propriedade a realidade e os sentimentos da alma feminina. É impossível não se identificar pelo menos um pouquinho com cada uma dessas mulheres cheias de graças de aço e de flores. Elas são mulheres comum, gente como a gente, sofridas, caladas, mal tratadas, batalhadoras, destemidas, desbocadas, pobres enjoadas, infelizes, esperançosas, intrometidas, e várias outras. Algumas vezes de aço; e outras de flores.

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