SIMPLICIDADE I.

Sou do tempo em que tristeza era curada com um pedaço de goiabada com queijo, mas hoje não. Qualquer tristezinha  já tem de ser medicada com comprimidos que entorpecem a alma. E já disse par a Liana não dar ouvidos ao médico que ela arrumou para curar a sua depressão. Coisa mais esquisita.  Só porque  está um pouco ansiosa, fato normalíssimo na vida humana, já foi diagnosticada como deprimida. Tristeza agora tem outro nome?
Isso é falta do que fazer. Se lavasse mais roupa por dia, certamente estaria bem cansada para dormir a noite toda, mas não. São três ou quatro empregadas. Passa o dia todo sem colocar a mão na louça suja. Deixa pra lá! (MELO, Pe. Fábio De. Mulheres de aço e de flores, 2015, p.33).

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Mulheres cheias de graça &
Mulheres de aço e de flores

Pe. Fábio deve ter tido inspiração divina ao escrever essas obras. Fiquei fascinada pelo seu notável talento em descrever com tanta propriedade a realidade e os sentimentos da alma feminina. É impossível não se identificar pelo menos um pouquinho com cada uma dessas mulheres cheias de graças de aço e de flores. Elas são mulheres comum, gente como a gente, sofridas, caladas, mal tratadas, batalhadoras, destemidas, desbocadas, pobres enjoadas, infelizes, esperançosas, intrometidas, e várias outras. Algumas vezes de aço; e outras de flores.

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