Antiguidades I.

A solidão me assusta. O meu lugar é minha companhia. Um romance antigo, uma releitura da juventude, o amadurecimento dos personagens: tudo é matéria que ajuda a preencher as minhas horas. Os grifos das leituras passadas demonstram o quanto a emoção mudou de foco. Os grifos da primeira leitura, dos tempos quando o corpo adolescia, já não despertam mais minha atenção. Não há surpresa naquelas frases. A velha de hoje não quer mais se ocupar de emoções pueris. Os grifos de agora são mais raros. A quantidade é menor. Perda de sensibilidade? Não. Apenas um jeito mais calmo de passear pelas frases. Quando a maturidade chega, com ela vem a dificuldade nas surpresas. (MELO, Pe. Fábio De. Mulheres de aço e de flores, 2015, p.65).

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Mulheres cheias de graça &
Mulheres de aço e de flores

Pe. Fábio deve ter tido inspiração divina ao escrever essas obras. Fiquei fascinada pelo seu notável talento em descrever com tanta propriedade a realidade e os sentimentos da alma feminina. É impossível não se identificar pelo menos um pouquinho com cada uma dessas mulheres cheias de graças de aço e de flores. Elas são mulheres comum, gente como a gente, sofridas, caladas, mal tratadas, batalhadoras, destemidas, desbocadas, pobres enjoadas, infelizes, esperançosas, intrometidas, e várias outras. Algumas vezes de aço; e outras de flores.

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