Antiguidades III.

Enquanto isso, eu vou me entregando ao remanso do meu rio imaginário. Imagino suas margens. Uma gente feliz observando-o; redes lançadas, confiantes da riqueza que as águas ocultam. Poetas extasiados, dele extraindo palavras. Pescadores extraindo peixes, rindo dos poetas. Afluentes chegando, ministrando-se em mim, tornando-me outra, emprestando-me forças para que eu não me acabe antes de chegar ao mar. Se no percurso me barram, fico profunda. Assim eu vou. (MELO, Pe. Fábio De. Mulheres de aço e de flores, 2015, p.64).

AO MEU BLOG

Minha Playlist


Mulheres cheias de graça &
Mulheres de aço e de flores

Pe. Fábio deve ter tido inspiração divina ao escrever essas obras. Fiquei fascinada pelo seu notável talento em descrever com tanta propriedade a realidade e os sentimentos da alma feminina. É impossível não se identificar pelo menos um pouquinho com cada uma dessas mulheres cheias de graças de aço e de flores. Elas são mulheres comum, gente como a gente, sofridas, caladas, mal tratadas, batalhadoras, destemidas, desbocadas, pobres enjoadas, infelizes, esperançosas, intrometidas, e várias outras. Algumas vezes de aço; e outras de flores.

51-IE3-Fa-B0-OL-SL160    41-CB3-MXwhv-L-SL160

Produtos de Beleza

Perfis Sociais Vitória Gifs

  • Arquivo do blog