Memórias I.


Eu quero é o alento de uma noite fria e cobertor vindo de Guaratinguetá. A viagem a Aparecida, o cumprimento do voto; a missa às seis horas da manhã, a vela que tinha o tamanho do corpo; o sofrimento da sala de milagres e depois o prazer. Atravessar a passarela como se desafiássemos o maior perigo existente no mundo até chegar ao carrinho que vendia o picolé de duas cores. Enorme; ícone que representava para o meu coração o mesmo que a imagenzinha negra representava para o meu pai. Eu só não podia era confessar esse absurdo. Caso contrário levaria um tapa bem dado na boca, e então não mais saborearia a minha devoção.(MELO, Pe. Fábio De. Mulheres de aço e de flores, 2015, p.116).



Creditos: Elo7 e august.ro

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Mulheres cheias de graça &
Mulheres de aço e de flores

Pe. Fábio deve ter tido inspiração divina ao escrever essas obras. Fiquei fascinada pelo seu notável talento em descrever com tanta propriedade a realidade e os sentimentos da alma feminina. É impossível não se identificar pelo menos um pouquinho com cada uma dessas mulheres cheias de graças de aço e de flores. Elas são mulheres comum, gente como a gente, sofridas, caladas, mal tratadas, batalhadoras, destemidas, desbocadas, pobres enjoadas, infelizes, esperançosas, intrometidas, e várias outras. Algumas vezes de aço; e outras de flores.

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